quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

7 Ameaças Fantasmas sobre o Despertar da Força - Possível SPOILER - ATUALIZADO


(Partes Adicionadas entre Parênteses e em Negrito)



Queridos Leitores...

Star Wars ep. VII parece já estar rodando por aí, por vias oficiais e clandestinas...

Mas eu, como fã de (quase) carteirinha, vou esperar arduamente até sexta-feira.
(Já é domingo, e chegou a hora de atualizar este post...)

Mas gostaria de deixar minhas expectativas e medos quanto ao filme.

ALERTA: Eu ainda não vi o filme (agora já vi), mas como eu vou dar minhas impressões, pode ser q elas se confirmem (algumas se confirmaram)... Não quero ninguém me acusando de spoiler.

1. OS MEDOS:

Estou tendendo a acreditar que mesmo o filme sendo bom, não vou gostar. Por vários motivos:
     a. Vão fazer um esforço tão grande para agradar os fãs que vai ficar forçado. (Confere, isso realmente aconteceu em algumas partes. Não diria que ficou forçado, mas não precisava de tanto fan service)
     b. Vão apresentar uma série de personagens (e narrativa/enredo) com os quais não vamos conseguir nos identificar. (Não confere de todo, os personagens são atraentes, e consegui me identificar tanto com Finn como com Kylo)
     c. Não consigo ver uma outra história Star Wars para ser contada, que o universo expandido já não tenha feito igual ou melhor. (Não confere. Conheço poucas história do U.E. para comparar, mas acho que esta nova "linha temporal" tem seu charme, uma boa nova história a ser contada)
     d. Tenho medo que o filme se torne um Star Wars genérico, que funcionaria como HQ, como série animada... Mas não como filme. (Não confere de todo... É difícil ainda lidar com a ideia de que fui até o cinema e vi atores clássicos de Star Wars em um enredo original depois de uma espera de 25 anos)
     e. Que se torne uma caricatura muito séria de um Star Wars. Que vomite para nós o que nós, os fãs, buscamos compreender nas entrelinhas, na mitologia da série. (Confere. Alguns momentos são extremamente caricatos. O filme é um "Frankenstein" de Star Wars. Recortes de todos os outros filmes da trilogia 4-5-6 unidos para fazer um filme novo, com um enredo que é quase um remake do ep.IV)
     f. Que afunde na sombra de Mad Max Fury Road assim como ep. 1 afundou na sombra de Matrix. (Confere. Mad Max é muito mais filme, e tem mais gente falando sobre isso. Leiam: Post de Roberto Sadovski)

2. O VILÃO:

Antes mesmo do boato sobre Kylo, eu pensei. Lógico, ele é Luke... Só pode, quem mais teria vínculos com Vader a ponto de tentar terminar seu trabalho? Mas fico muito mais contente se não for ele, ou se os motivos forem muito bem engendrados. (Prefiro não dizer nada sobre, assista e verá)

3. O ENREDO:

     a. O tema do enredo: Só vejo uma maneira de gostar desta nova história: se ela dialogar com o fã adulto de Star Wars. Desculpem-me os fãs mais jovens, mas se este filme não tiver um roteiro que tenha amadurecido comigo, não vou conseguir gostar... Por melhor que seja. E tem que passar no teste do tempo. O Império Contra Ataca e uma parte de "Jedi" amadureceram comigo. Coisas que me tocavam quando eu era criança que ainda me assombram e coisas que nunca dei importância e hoje me fazem chorar, como a morte de Yoda. (Não confere de todo. O Filme tem um misto de coisas para os antigos e para os jovens fãs. Acho que foi o melhor approach comercial)
     b. O enredo em si. Eu acredito que Kylo/Luke viu o fim do império se transformar de uma era de ouro em um caos. Viu os governantes serem substituídos por outros corruptos e decidiu se virar contra os próprios rebeldes, seus filhos, legado etc., reunindo o pior pesadelo dos rebeldes... Os soldados imperiais em uma nova ordem.  (Prefiro não dizer nada sobre, assista e verá)

4. OS PERSONAGENS:

O que vai acontecer com cada um dos personagens durante a história não me interessa especular... Uns dizem que Chewe morre, por causa da cena de Leia chorando. Eu acho que pode ser qualquer outro motivo, mas poderia ser por descobrir que Kylo é Luke.  (Prefiro não dizer nada sobre, assista e verá)

5. UM HERÓI:

Acho que a única chance de eu me identificar com alguém é com o tal Finn. Um aparente representante da minha geração. Uma geração que foi criada para ser o futuro do país, do mundo, e hoje se vê perdida, de mãos atadas, querendo lutar exatamente contra tudo que um dia acreditava. (Confere)

6. A CÓPIA:

Este filme não pode ser uma cópia do ep. 4 assim como aconteceu com o ep. 1. Se isso acontecer, tem que ser muito bem feito, ou será um tiro no pé. (Confere. Foi bem feito... Não muito bem feito. Eu tiraria apenas um elemento - Starkiller, e o filme ficaria perfeito)

7. AS PIADAS:

Espero que não passem o filme inteiro fazendo piadas com "Han Shoot first" ou com os deslizes da trilogia 1-2-3. (Confere. Muitas piadinhas foram feitas, como a dos "parsecs". Mas acho que esta é a única que se destaca como auto-sátira, as outras são boas)

Enfim...

O que mais quero... É sentir no cinema que de certo modo este filme me levará de volta no tempo, me fazer esquecer todas as minhas expectativas e exigências, que me faça sentir como criança, pensar como criança, mas deixar impressões que o adulto em mim possa valorizar e analisar. Em suma, quero sentir que estou assistindo um Star Wars. (Quase confere... Ainda não consegui digerir o filme. Preciso ver novamente)

Agradeço a quem leu até aqui...

E que a Força esteja com vocês!

terça-feira, 20 de outubro de 2015

O Buraco nas Bermudas - Depois do Lançamento...

Bom dia, meus queridos leitores,

O conto já alcançou por volta de 50 leituras! Obrigado a todos pelo apoio!

Segue a versão incorporada para quem ainda não leu... Abraços, e boa leitura ;)


sábado, 10 de outubro de 2015

O Buraco nas Bermudas (Atualização 3)

Bom dia, meus queridos leitores!

A editoração do conto está quase pronta... Foi bem mais fácil do que eu imaginava. Agora faltam apenas alguns retoques finais.

Diferente do que fiz outras vezes, resolvi utilizar o editor de apresentações do Google, em vez de usar o editor de textos, como fiz para outras publicações que postei no ISSUU. Motivos:

1. Também pode ser baixado em PDF.
2. Tenho controle total dos módulos de texto, títulos e imagens que insiro no texto, podendo aumentar, diminuir, sobrepor como bem entender, o que não é possível no editor de textos.
3. Determinado o que vai em cada página, as alterações feitas não interferem nas páginas seguintes, pois são independentes. Diferente de editores de texto, que qualquer alteração de parágrafo começa a jogar textos para a página seguinte ou locais indesejados.
4. Posso adicionar imagens de fundo em páginas de texto (ainda não sei se utilizarei este recurso).
5. Mais importante: não existe margens pré-definidas, assim, eu pude aumentar a imagem da capa de modo a ocupar todo canvas (área da página), o que não é possível no editor de textos (confiram em outras edições minhas no ISSUU, que eu não sabia disso, então a capa fica um pouco reduzida, deixando margens brancas).

Então, na reta final para o lançamento... Espero que estejam ansiosos para conhecer meu trabalho. É um texto curto, mas acredito que vai despertar curiosidade e interesse pela ciência envolvida!

Um grande abraço a todos! Bom fim de semana, bom feriado! Feliz Dia das Crianças, Feliz Dia dos Professores e tudo mais!

ps - também fiz uma leve alteração na capa, não sei se conseguem notar, mas o mar está menos azulado, contando com o reflexo do céu, para dar um maior realismo.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

REVIEW - Mushi-Shi VS Arquivo-X

Boa tarde, queridos leitores!

Talvez vocês estejam se perguntando o motivo desse VERSUS aparentemente esdrúxulo. Bom, para mim o motivo reside simplesmente no fato de que o clima das duas séries é semelhante.

Os Arquivos-X me cativaram logo de início, nos anos noventa, com episódios não apenas bem escritos, às vezes independentes, mas mesmo assim seguindo uma trama de fundo que os ia ligando pouco a pouco.

Já Mushi-Shi, recente série de animação japonesa, me chamou atenção nos comerciais do CrunchyRoll, pela beleza das imagens e seres sobrenaturais.

Mas agora, vamos nos concentrar mais em cada uma das séries...

X-Files


O que dizer sobre um dos maiores fenômenos televisivos da história? Ao lado do interminado Twin Peaks e de outros mais recentes, os Arquivos-X serão lembrados para sempre, entre fãs da série e entusiastas ufólogos.

Afora o mote principal, que é o sumiço (ou abdução) da irmã do protagonista durante a infância, o foco marcante de Arquivos-X é a dualidade entre Mulder e Scully; enquanto o primeiro é completamente crente na existência de fenômenos sobrenaturais e, principalmente, de extraterrestres, a segunda é completamente cética e, por uma ironia roteirizada, ela nunca está presente nos momentos em que fica evidente a existência de algo mais, ainda não explicado pela ciência tradicional, formal.

A história entre eles é um romance velado. É nítida a química entre os dois, mas é muito bem desenvolvida para que não se torne piegas (demais, às vezes). Isso em conjunto com as conspirações do próprio FBI para boicotar as pesquisas de Mulder, enriquece a série de modo que você tem diversos temas e personagens para se identificar.

Mulder é o "sabe-tudo", e sempre atribui os acontecimentos misteriosos (que normalmente vemos no início do episódio, antes mesmo da abertura) à extraterrestres. Scully sempre nega estas hipóteses e o episódio sempre segue essa linha, com acontecimento cada vez mais estranhos, e algumas pistas que finalmente levam à solução parcial (e raras vezes total) do mistério.

Mushi-Shi


Ginko, o "herói" da série, é um Mushi-Shi, ou seja, uma pessoa que tem capacidade de ver e lidar com estes seres elementais da natureza chamados Mushi. Ele viaja pelo japão da época feudal, passando de vilarejo em vilarejo, catalogando espécies de Mushi, desenhando-os, anotando seus hábitos, desvendando mistérios e curando as pessoas com remédios e métodos completamente não ortodoxos.

Ele tem muito conhecimento deste mundo paralelo, que a grande maioria das pessoas não pode ver, mas pode ser afetada por seus habitantes esquisitos, causando enfermidades, depressão, ou lhes conferindo poderes sobrenaturais, mas sempre acompanhados de um tipo de "maldição", que certamente levará a morte de si mesmo, ou de outrem.

A característica mais marcante da série é o clima calmo, mesmo quando se narra eventos quase hediondos, a trilha sonora de fundo com instrumentos tradicionais do japão e o andamento vagaroso, bem como são os filmes japoneses de outrora.

A série me conquistou rapidamente, dado meu interesse em coisas sobrenaturais, mas não é difícil para qualquer um se apaixonar pela série, sendo ela tão bem feita, ficando entre o cult e o pop japonês, agradando sem se vulgarizar.

COMPARAÇÃO FINAL

- X-Files tem um mote traumático revelado logo de início, Mushi-Shi deixa isso mais nebuloso e narra aos poucos.
- X-Files tem uma antagonista, Scully e um romance, Mushi-Shi se concentra apenas em Ginko.
- X-Files tem conspirações e histórias de fundo, enquanto Mushi-Shi se concentra nos desafios de cada episódio.
- Mushi-Shi tem episódios mais curtos, e a ausência de antagonista e de conspirações permite desenvolver melhor a narrativa dos episódios individuais e se focar mais nas emoções do ser humano do que na ação e no mistério propriamente dito.
- Ambas são séries envoltas em mistérios criativos e originais, que mexem com nosso imaginário.
- Mushi-Shi busca (quase) todas as explicações de males e doenças em seres de outro plano de existência, os Mushi, enquanto X-Files tenta explicar (quase) tudo com a existência de extraterrestres.
- Ambas as séries vão prender sua atenção e fazer você assistir episódio atrás de episódio, mas Mushi-Shi faz isso sem que você se preocupe com um mega-enredo que liga todos (ou muitos) acontecimentos dos episódios, enquanto Arquivos-X faz muito do oposto, prende você mais com a trama de fundo e com o romance, do que com os mistérios individuais, a medida que se avançam as temporadas.

domingo, 6 de setembro de 2015

O Buraco nas Bermudas (Atualização 2)

Bom dia, queridos leitores!

Nesse breve post venho apenas comunicar que o trabalho em cima deste conto está entrando em uma fase intermediária.

Ontem mesmo minha irmã me entregou uma cópia impressa com todas as correções feitas à mão.

Agora, volto para o texto, para lê-lo e revisa-lo, pelo menos mais duas vezes.

Neste meio tempo, uma ou duas ilustrações estarão sendo desenvolvidas.

Se tudo der certo, após a etapa final, que é a editoração, em outubro o conto já estará disponível para leitura.

Aguardem!

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

REVIEW - GOTHAM: Série VS HQ

Batman... Provavelmente um dos heróis preferidos de todo menino... Este aí ao lado, com Adam West, foi o seriado que eu assisti quando criança e o primeiro contato que tive com o herói, provavelmente...

Desde então, desenhos, filmes e séries sobre o herói nunca deixaram de aparecer... E recentemente, estreou GOTHAM.

Ah, os benditos Pré-quels... Não sei de onde veio esta febre toda! Até eu fui pego por ela (quando escrevi sobre a infância de Alef). Eles podem falhar miseravelmente, como o famigerado Star Wars - Episódio 1, ou podem se tornar incríveis e memoráveis como... Como... Ãh... Como... Existe algum pré-quel bom??? Se sim, por favor, refresquem a minha memória.

Hoje vamos contemplar a série GOTHAM e as HQ's do Batman, fazendo uma comparação e dando uma olhada no caminho que está trilhando Bruce Wayne... Ou James Gordon, se preferir.

A HQ

O Batman surgiu na revista Detetive Comics (que deu origem À editora DC) e não demorou para que ele ganhasse seu próprio periódico.

A história do rapaz que perde seus pais em um latrocínio é conhecida mundialmente e de lá pra cá o desejo que cresceu dentro do garoto de "limpar" as ruas de Gotham foi rivalizado por diversos vilões, desde os mais comuns, como capangas e chefes de contrabando, como figuras excêntricas, como o Espantalho e o Cara de Barro.

Na minha visão, as duas maiores marcas da série são: a NOITE e a LOUCURA. Veja que, qualquer boa história do Batman ocorre quase 90% durante a noite e normalmente brinca com a ideia de loucura: Quem é mais louco? O Coringa ou o Homem-Morcego?

Para mim esta é a definição de uma boa história que envolve o Cavaleiro das Trevas (ou simplesmente Cavaleiro Negro, como nos contos medievais).

Já li uma porção de HQ's do herói, são poucas as que não gostei e as que mais me interessaram sempre foram as que mexem com essa ideia de Noite e Loucura.

A SÉRIE


Então surge Gotham... Demorei praticamente um ano para assistir (pois estava aguardando o anjo Netflix trazer pra mim), confesso não ter me sentido muito interessado, mas pelos trailers parecia ser, no mínimo, bem produzida.

Ok, quando a isso não tenho o que reclamar.

Mas, não vou demorar muito para dizer e me perdoem os fãs, por favor:

GOTHAM é uma série péssima!

E vou listar os motivos (pessoais):

  1. Você tem a impressão de estar assistindo "Law and Order" em Gothan.
  2. Tem uma série de personagens que não lhe interessam nem um pouco.
  3. Força-se a inserção prematura de personagens clássicos como Charada, Hera Venenosa, Mulher-Gato e Joker (provavelmente), só para justificar o nome da série
  4. O personagem Bullock é inconsistente demais: em apenas um episódio ele muda de personalidade umas 3 vezes.
  5. A trama envolvendo a morte dos Wayne não convence de jeito nenhum e não parece realmente importante resolvê-la.
  6. O tal Falcone (chefão do crime) é o King Pin (de Demolidor) com outra "skin".
  7. A primeira impressão que tive é que Gotham é como Black Sabbath sem o Ozzy.
  8. Me lembra muito (de uma maneira ruim) os Batman do Nolan (para mim, as 3 manchas na carreira impecável dele).
  9. Tem muitas cenas de dia.
  10. Toca apenas no dedo mindinho da loucura.
Enfim, uma vergonha.

Evite assistir, ou não espere algo soturno e misterioso; é uma série de policiais fazendo cosplay de série de Batman.

Lembrem-se que esta é apenas a minha opinião, fundamentada apenas nos meus gostos, não significa que a série tem ou não um real valor ou mensagem a passar.

É isso, queridos leitores! Tenham uma ótima semana!!!

ps - e assistam a Demolidor, é infinitamente melhor!

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

REVIEW - Sob a Redoma (Under the Dome): Livro VS Série de TV


 

Olá, queridos leitores!

Venho com mais um comentário sobre obras, que agora pretendo deixar mais frequentes aqui no blog.

Desta vez teremos a interessante história de Sob a Redoma, do famoso Stephen King!

Tive meu primeiro contato com a história através do filme dos Simpsons, que utilizou o sucesso do livro como mote para o enredo.

Mas até então, eu não sabia se era uma série, um filme ou um livro. Até que, neste mesmo ano, a primeira e segunda temporadas apareceram na Netflix e assisti tudo em pouco tempo, me deixando extremamente curioso para saber como iria terminar, porém... A terceira temporada ainda está se iniciando, portanto, vai demorar um pouco até que eu possa assistí-la.

Por causa disso, decidi comprar o livro e ver logo como esta história termina... E aqui, mesmo sem ter terminado a leitura, vou deixar minhas impressões para que vocês possam decidir se vale a pena ou não assistir à série ou ler o livro, e o quanto a adaptação foi fiel à trama original.

O LIVRO

Quarta Capa, Dorso e Primeira Capa do Livro (Edição: SUMA das Letras)

O livro começa promissor, com um mapa de Chester's Mill, a pequena cidade (ainda menor e mais provinciana que Springfield, eu diria) "vítima" desta redoma (de origem desconhecida que isola a cidade do mundo) e com os nomes dos personagens mais importantes para a trama.

Eu não recomendo o livro para aqueles de estômago fraco, como a grande maioria das obras do King, ele não tem o menor dó de seus personagens e os trucida cruelmente, muito antes que você possa conhecê-los melhor. Ou pior, quando você está se acostumando com eles (mesmo os mais malditos) ele os mata da forma mais grotesca possível.

À primeira vista eu diria que o livro se desenrola muito lentamente, o que pode desanimar alguns leitores, porém, o que acontece é que o prazer está não em realmente saber o que vai acontecer, mas sim em se deliciar e saborear cada acontecimento, que por menor que possa parecer, ganha importância, ao se colocar na posição dos personagens...

RESUMINDO: O Livro é abastado, detalhado e com descrições no mínimo inteligentes das imagens criadas para a narrativa. A transformação da história é homeopática, e você não sente um choque nas atitudes dos personagens, sendo eles coerentemente previsíveis (até certo ponto), mas vejam isto pelo lado positivo. Estou na metade do livro, e ainda não tenho ideia do que é ou pode ter criado ou causado esta redoma. E você sente a mesma tortura que os personagens do livro devem sentir, de demorar a descobrir a causa e se ela vai ou não sumir. É um livro que já nasce CULT. NOTA: 8,0

A SÉRIE

Imagem promocional da Série (Canal CBS)

A Série de TV segue a mesma ideia principal, mas a maior diferença está no ritmo da história e nos personagens.

Iniciando-se um tanto sanguinária, esta tendência diminui drásticamente, salvo alguns raros momentos, pois acredito que o objetivo da série é alcançar um grande número de telespectadores e não apenas um nicho ligado em Sci-Fi; aumentando-se o grau de violência, diminui-se a gama de interessados, sendo que menos pessoas se deleitam com a violência. Mesmo os horários de exibição passam a ser mais restritos.

E isso não se estendeu apenas à evitar cenas de violência: acontecimentos chave na trama do livro foram completamente substituídos, por exemplo: transformando psicopatas assassinos à sangue frio pervertidos em personagens perturbados que aos poucos vão se transformando em heróis! Até agora, uma mudança completa na direção do destino do personagem! E outros, que deveriam ter sumido logo cedo na história, não apenas continuaram vivos na série, como também tiveram um papel importantíssimo e até se tornaram parentes de outros personagens.

Falando agora do ritmo, no livro o foco não está nos desafios a se enfrentar, apesar de que se pode facilmente dividir o livro assim, mas a série explora cada pequena possibilidade de problema, tornando-a o tema de cada episódio; consolidando-a como uma sequência de vários eventos interligados, mas narrativamente fechados em si; característica das séries de TV.

RESUMINDO: A Série pode, à primeira vista, parecer mais atraente e prazerosa de se acompanhar, principalmente por causa do ritmo mais agitado, mas mesmo sem conhecer a história do livro se notam nuances que causam um certo desconforto por paulatinamente irem revelando (mesmo que sem querer) as incoerências da trama (televisiva). Eu tive a nítida sensação de que algo não se encaixava nas atitudes de certos personagens, mas dada a característica cíclica de séries de TV, eles foram obrigados (acredito) a abrir mão da coerência, para poder recontar a história do livro de uma outra perspectiva, mais POP. NOTA: 6,5

COMPARAÇÃO FINAL

Livro:

  • Ritmo mais lento
  • Ao se acostumar fica saboroso
  • Extremamente violento
  • Foco no ser humano não nos acontecimentos
  • Personagens coerentes
  • Explicações científicas e técnicas na medida certa

Série
  • Ritmo frenético
  • Prende sua atenção
  • Menos violenta
  • Foco nos desafios e não nas pessoas
  • Personagens completamente transformados e inéditos
  • Personagens (às vezes muito) incoerentes
  • Excesso de "tecnobobagem" (technocrap)

sábado, 8 de agosto de 2015

O Buraco nas Bermudas (Atualização 1)

Boa tarde, queridos leitores!

Hoje venho apenas comunicar que a primeira revisão do conto "O Buraco nas Bermudas" já terminou.

Agora Aline Daher (editora) e Amanda (ilustradora) vão ter acesso ao texto para lerem e fazerem suas contribuições. Ambas retornam como colaboradoras após terem participado também de "Godboy: O Garoto Deus".

Sobre a primeira revisão, gostaria de adicionar que fiquei muito contente com o que escrevi, acho que é um conto muito apropriado para ser lançado neste momento e em meio virtual, embora não pude deixar de fazer já algumas correções e também algumas alterações para melhorar o entendimento. Também adicionei algumas coisas novas para enriquecer a leitura. Aguardem! Logo estará online!

terça-feira, 28 de julho de 2015

O Buraco nas Bermudas (Conto/2009)

Queridos leitores!

Estou trabalhando em um novo projeto...

"O Buraco nas Bermudas" é um conto que escrevi em 2009, inspirado por um documentário que vi na televisão sobre o Triângulo das Bermudas e alguns relatos de um livro também com o mesmo tema.

No momento estou editorando o livro para lançamento na plataforma ISSUU, gratuitamente, em breve.

Por enquanto, apreciem a capa, que fiz utilizando apenas a ferramenta de imagens do Google Drive, e fotos de meu acervo particular e imagens open source do MorgueFile.com.


Um pouco diferente dos outros contos que escrevi, este, apesar de ser também um tipo de Ficção Científica (meu gênero favorito) ele é um pouco mais hard-core que os outros, isto é, eu realmente tive que parar de escrever em um determinado momento e fazer algumas pesquisas científicas e cálculos (envolvendo principalmente gravidade e magnetismo) para obter uma maior verossimilhança, visto que o texto se assemelha mais a um relato.

Aguardem!

quarta-feira, 22 de julho de 2015

As Três Fases para se Concentrar na Leitura

Olá queridos leitores...

Tenho que assumir: apesar de todo meu gosto pela literatura, como autor e como leitor, eu tenho dificuldade de iniciar ou manter uma boa leitura.

Nesse mundo onde filmes, séries, jogos e redes sociais são tão viciantes, não é fácil manter ou criar um hábito de leitura.

E eu sou de lua, as vezes eu leio até enjoar, aí enjoo mesmo e demoro meses para retomar a leitura.

Mas hoje, decidi voltar a ler "Sob a Redoma". Fui ao SESC, mas em vez de ir para a ginástica, sentei ao sol, coloquei música para escutar (trilha sonora de Final Fantasy VI, meu jogo favorito) e comecei... Ou tentei, primeiro fiquei mexendo no celular, depois de duas páginas notei que eu não estava prestando atenção no que lia e poucos minutos depois veio o sono.

Porém, sem eu menos perceber, de repente meu pai me chama, já havia se passado uma hora! Eu estava completamente imerso na leitura... Então notei que meu cérebro havia vencido três etapas... De fuga, de devaneio e de sono e que... Vencidas estas etapas, eu havia entrado no estado mental propício para verdadeiramente aproveitar a leitura.

Então, quero reforçar estas etapas de modo que mais pessoas que possam vir a enfrentá-las, consigam vencê-las:

1 - A Fuga
Ao colocar o livro no seu colo, ou sobre a mesa, milhares de coisas vão tentar impedir você de ler: celular, Internet, televisão, ruídos etc... Por isso recomendo colocar músicas instrumentais no fone de ouvido e se isolar um pouco do mundo externo. Por que instrumentais? No meu caso, letras de música em português me atrapalham a leitura, em outra língua atrapalha menos, mas as instrumentais ajudam. Ainda mais se coincidirem com o clima do livro.


2 - O Devaneio
Vencida a etapa da fuga, virão os devaneios. Você começará a pensar em outras coisas e, quando menos esperar, uma página inteira terá se ido e você não sabe como chegou ali... Mas persista, às vezes você não precisa nem voltar, pois você leu aquilo, está na sua memória, você só não tomou consciência.




3 - O Sono
Vencendo a segunda etapa, vem a mais irresistível, o sono... Por isso que ler antes de dormir não é recomendado, pois você pode condicionar seu cérebro a achar que ler é para dar sono. Resista e finalmente você estará completamente imerso no mundo do livro... Ainda mais se for um livro bem escrito, com detalhes interessantes da cena em questão, você vai quase esquecer do mundo real...


Aí sim, você vai estar curtindo o mundo dos livros.

Boas leituras a todos,

*** Imagens retiradas de morguefile.com e da pesquisa do Google.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Desafios e Conquistas na Campanha de Divulgação de Godboy

(Este texto foi escrito no dia 10/07/15)

Boa tarde, meus queridos internautas!

Essas férias já começaram super agitadas.

Logo na segunda-feira passada, dia 29 de junho, Adriana Ruiz me enviava um e-mail me relembrando do evento de Ficção Científica do dia 4 de julho, e me perguntava o que eu gostaria de apresentar, para eles poderem fazer o release.

Pedi a ela um tempo, até as 18h, pois eu não tinha nada em mente, apesar de já ter confirmado presença no evento meses antes... Sim, foi um lapso.

Aí, já preocupado com outras questões, fui deitar, meditar, relaxar e dormir um pouco, para ver se alguma ideia boa me vinha à mente... E várias foram surgindo.

1. Utilizar novamente minha primeira palestra sobre importância da leitura... Descartei, eu já estava muito cansado dela.

2. Utilizar a "continuação" desta palestra, que elaborei para a Calourada da Física da Unicamp, no ano passado... Descartei também, pois não gostei muito do resultado.

3. Mudar completamente o foco, e fazer uma palestra sobre o Roteiro Original de Star Wars, cuja HQ eu havia adquirido recentemente, e fiquei muito surpreso com as coisas que descobri... Descartei, pois parecia muito impessoal... Qualquer um poderia fazer isso.

Então... lembrei de Godboy... Mas pensei: "O que posso falar sobre este livro que seja original, diferente do que já fiz para Gêmeos.Virtuais?"

"O fato de ser um e-Book! Lógico!"

Então decidi fazer uma palestra tutorial de como publicar um e-book.

Ok, comuniquei Adriana e logo comecei a levantar informações, revisitar os sites da Amazon/Kindle, etc.

Agora vou me concentrar nos 3 desafios que eu tive nestes últimos 10 dias, e como foram resolvidos rapidamente, apesar de um deles em especial me ter causado até dores de estômago.

Jim vs J.R.

O primeiro problema que apareceu foi que na loja dos Estados Unidos o nome do autor de Godboy estava errado, em vez de J.R.Daher, estava Jim Daher. Logo depois descobri que não foi apenas um erro de digitação do responsável, há mesmo um escritor norte-americano chamado Jim Daher. Acredito que por causa do sobrenome, e pelo meu ser desconhecido, acabaram atribuindo meu livro a ele, mas certamente foi uma falta de atenção, já que J.R.Daher aparece na descrição, logo abaixo do nome do livro, e também na capa... Confiram a página já corrigida e também a página do meu quase homônio, Jim... E minha página de autor também.

Godboy (Amazon/U.S.)

J.R.Daher - Página de Autor

Jim Daher - Página de Autor

Mandei primeiramente um e-mail para a Amazon Brasil, a resposta logo veio, porém os atendentes daqui não podiam fazer nada... E ela me indicou entrar na "Central de Autores" da Amazon para resolver o problema, mas que só havia suporte em inglês... Felizmente, isso não seria um problema.

Deixei este um pouco de lado... Pois um outro problema apareceu...

Suposto Conteúdo Impróprio

Eu utilizo um serviço chamado ISSUU.com para publicar minhas amostras de livros, é uma plataforma muito bonita e apropriada para publicar principalmente revistas, mas acho que nada impede a publicação de livros também (apesar de que eu não sei se é possível capitalizar...)

O que acontecia é que uma de minhas amostras (apesar de disponível para quem tinha o endereço) não aparecia nesta página, minha página principal:

http://issuu.com/j.r.daher

Para você que acessou, é a da esquerda, a Coletânea de capa azul.

Por algum motivo ela havia sido sinalizada como imprópria e já fazia meses que estava assim... Mas quando vi, no ano passado, não fiz conta, não notei que era este o motivo, achei que era só um problema do site.

Aí, logo entrei em contato e comuniquei que a amostra não tinha nada de impróprio, que já estava lá há muito tempo e se eles poderiam remover a sinalização que ela recebeu, para poder aparecer na página principal.

Acreditem, em menos de 2min eu já tinha uma resposta verdadeiramente solicita e educada em minha caixa de entrada. A atendente pediu desculpa várias vezes pelo inconveniente causado e, no dia seguinte, o problema já estava resolvido.

Vejam, é um serviço completamente gratuito! E fui melhor atendido do que com serviços pagos que já utilizei. Às vezes dá a impressão de que nos tornamos escravos dos serviços que contratamos por aqui, pois as pessoas nos atendem mal, dificilmente conseguimos o que queremos e ainda, às vezes, precisamos pagar alguma taxa indevida, como se o problema fosse nossa culpa! Quanta diferença...

Então, dias mais tarde, eu resolvi dar um jeito na situação de Jim vs J.R. e entrei em contato com a Amazon U.S., entrei na Central dos Autores e criei minha própria página como viram acima, mas o problema ainda não foi corrigido apenas por eu clicar em uma caixa que dizia "Godboy" é meu livro. Tive que enviar uma mensagem para o suporte da Amazon.

Logo veio uma resposta automática dizendo que eles retornariam em contato em alguns dias...

Suposta Incitação ao Ódio

Um outro problema que surgiu foi que, eu baixei um editor de vídeos muito bom, chamado Lightworks, para não utilizar nenhum software pirata, porém ele é muito diferente de tudo que eu já havia usado, e pior, ele começou a dar problema em um vídeo específico na hora de renderizar (ou salvar o arquivo de vídeo)... Justo no vídeo da palestra que eu apresentei no dia 4. Com outros vídeos que editei não houve problema e eu simplesmente não sabia como resolver a questão.

Decidi então, mais uma vez, subir os arquivos originais para o YouTube e editar lá mesmo, como eu já havia feito antes. Não é tão sofisticado, tem umas coisas um pouco irritantes (como o play automático), mas por ser Web Based... É muito bom! Melhor que o Movie Maker, sem dúvida alguma.

Terminei o vídeo, publiquei e... Beleza. Tudo estava ok, até ontem à noite.

Minha mãe tentava ver o vídeo e uma mensagem aparecia... Ela não sabia o que significava, me mandou um e-mail avisando, que eu não vi, e só há noite eu descobri:

Meu vídeo havia sido removido do YouTube! Alguém da Comunidade havia sinalizado meu vídeo por supostamente violar as diretrizes da comunidade! Recebi uma notificação, que eu tive que relutantemente aceitar, antes mesmo de poder ter a certeza se eu conseguiria contestar esta decisão do YouTube (que havia, até então, concordado com a sinalização!).

E pior, adivinhem... Se meu vídeo fosse removido deifnitivamente... Eu teria perdido a edição! Pois ele estava apenas no YouTube, eu não o havia baixado para meu PC, depois de terminado. (Fica a dica, sempre baixem uma edição de vídeo feita online depois de pronta)

Fiquei muito chateado. Não conseguia entender como uma simples palestra (tematizada com meu livro) sobre como publicar um e-book poderia ter conteúdo impróprio! Sim, conteúdo impróprio, foi o que foi alegado.

Demorou até eu descobrir o que era considerado conteúdo impróprio para a comunidade, procurei várias vezes nos termos do YouTube, até chegar no artigo específico e não acreditei quando vi!

Conteúdo Impróprio está associado à Incitação ao Ódio, que poderia ser contra diferentes atributos... Não vou citar aqui um por um, mas como vocês devem saber, se já viram o vídeo, não há nenhuma incitação de ódio em minha fala, ou imagens... Talvez haja incitação a uma coisa igualmente poderosa... Que é a REFLEXÃO.

Enquanto isso eu já havia deixado uma pergunta no fórum do YouTube, para ver se alguém me dava uma luz... Mas nada de especial apareceu.

Nesse meio tempo eu contestei a sinalização de conteúdo impróprio e aguardei.

Nem consegui jantar direito... Estava com queimação no estômago. Jantei apenas frutas e granola, o que foi, ok, saudável... Mas quem me conhece sabe que eu estou numa dieta de ganhar massa e cada caloria conta. Enfim...

Logo depois eu olhei no meu e-mail, e havia uma resposta da Amazon U.S.

Ufa! 2 de 3 problemas resolvidos!

Eles já haviam corrigido o problema de Jim vs J.R. e estava tudo ok, como vocês puderam verificar.

Felizmente estávamos com visitas e ficamos vendo vídeos engraçados (no YouTube), deu pra distrair, momentaneamente...

Mas fui dormir ainda pensando no meu vídeo. Desconsolado...

De manhã, acessei minha caixa de entrada, e nada... Nenhuma resposta do YouTube.

Só hoje à tarde que eu, por coincidência olhava minha lista de vídeos assistidos para achar mais algo engraçado para ver com meu amigo que notei que a miniatura do meu vídeo havia voltado! Cliquei e confirmei! Ele está de volta ao ar...

Fiquei muito contente!

Todos os problemas solucionados, sem maiores complicações.

Talvez eu tenha ficado chateado e nervoso à toa, mas... Foi super chato imaginar que meu vídeo (com apenas 3 views até então) tinha sido removido, pois alguém julgou que o conteúdo dele era danoso para alguém! Eu fiquei tentando imaginar o que eu poderia ter feito, falado ou mostrado no vídeo que deu esta impressão a alguém da comunidade.

No entanto, eu gostaria de afirmar que eu aprecio (e muito) o trabalho destas pessoas, que nos protegem de conteúdo ofensivo e agradeço por estarem sempre tentando proteger pessoas ou grupos de pessoas de Incitações de Ódio (e coisas do gênero), mas acho que o responsável pela sinalização do meu vídeo deve ter se equivocado redondamente, ou clicou na sinalização sem querer, ou interpretou o conteúdo do vídeo como bem quis.

O próprio YouTube alerta que "pessoas cometem erros", por isso você tem o direito de recorrer.

Mas eu só deixo alguns comentários que acho que facilitariam muito para os usuários que possam eventualmente ter seus vídeos removidos por violarem diretrizes da comunidade:

O aviso enviado pelo YouTube deveria conter, logo na primeira página, o artigo específico que o autor do vídeo violou, para que ele saiba de pronto de que está sendo acusado e não tenha que ficar relendo os termos do YouTube para descobrir exatamente o que ocorreu, ainda mais quando a acusação for indevida, como foi o meu caso. Entendo, os usuários tem que conhecer o Código, mas não custava nada ser específico!

E outra, eu concordo que existem pessoas que não tem a mínima noção; fuçando nos fóruns encontrei um rapaz que estava revoltado pois seu vídeo havia sido removido por violar diretrizes da comunidade, porém, de acordo com a resposta que ele recebeu em seu fórum, seu vídeo consistia em um tutorial de como abrir uma conta de Netflix pirata! Como ele não se tocou de que seu vídeo fazia algo que violava as diretrizes e pior, além de tudo figurava em crime!? Assustador! Mas...

Eu também entendo que o serviço é gratuito, e que eu talvez esteja pedindo demais, mesmo porque realmente há muitos usuários abusados na rede, mas...

Tomando por base os contatos extremamente gentis e atenciosos que tive da ISSUU e da Amazon (tanto Brasil como U.S.) fica a dica para os responsáveis pelo YouTube:

- tentem ser um pouco mais gentis aos comunicar a um usuário que seu vídeo foi removido. Procurem não fazer o usuário se sentir mal, pois pode ter sido um engano.
- tentem ser mais claros na hora de dizer qual artigo dos termos do YouTube a pessoa supostamente violou.
- tentem deixar uma caixa de diálogo um pouco maior para a contestação de remoção do vídeo, mesmo que os números de caracteres se mantenham... Mal se consegue reler e revisar o que foi escrito, pois não é possível ler o texto todo na íntegra.

A sensação que você tem é punitiva! Acredito que, assim como eu, as pessoas devem se sentir mal, ainda mais quando se sabe que é inocente e não se compreende porque recebeu-se uma acusação!

Ainda por cima, foi justo no último dia de promoção do livro... Justo na semana chave para divulgação do meu trabalho. Eu fiquei bem decepcionado.

...

Mas felizmente tudo saiu bem no final!

O vídeo está online novamente e muitas pessoas vão poder se beneficiar do tutorial que eu apresentei para publicar seu e-Book.

Agradeço a todos que leram até aqui e todos aqueles que me apoiaram nessa divulgação, seja postando sobre meu livro, seja comprando-o (mesmo que gratuitamente - 55 unidades foram contabilizadas!).

Espero que apreciem muito a leitura!

Deixem seus comentários!

Fiquem com Deus e tenham um ótimo fim de semana!

***

Imagens retiradas da Internet, através da pesquisa do Google.

Interessados na compra do livro, segue o link: Comprar GODBOY

quarta-feira, 8 de julho de 2015

VÍDEO: Godboy - Como Publicar seu e-Book

Queridos leitores!

Segue o vídeo da apresentação, na íntegra!


Evento realizado no dia 4 de julho de 2015

Introdução: Adriana Ruiz
Apresentador: José Raphael Daher
Realização: Base Estelar Campinas

Links
Comprar Godboy
ISSUU
J.R.Daher Site
KDP

Criei este vídeo com o Editor de vídeos do YouTube (http://www.youtube.com/editor)

segunda-feira, 6 de julho de 2015

04/07/15 - Fotos Convenção Sci-Fi / Ap. Godboy (e-Book)

Bom dia, queridos leitores!

Seguem algumas fotos do evento...




Recebendo uma Lembrança da Base

Fábio foi sorteado e recebeu um exemplar de Gêmeos.Virtuais


Bate-Papo com Fábio e sua família

Agradeço mais uma vez à Base Estelar Campinas, à Adriana Ruiz, ao Walmir e ao Leo pelo convite e pelo suporte! O Evento de Sábado foi muito bom, espero que continue só melhorando! Parabéns à Organização!

O Vídeo será adicionado ao YouTube em breve...

domingo, 5 de julho de 2015

GODBOY de GRAÇA na Loja da Amazon!

Olá, queridos leitores!

Hoje meu livro, Godboy, meu primeiro e-Book está de graça!
Aproveite, pois a promoção dura até dia 09/07!



Depois estará por apenas R$2,99!

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Apresentação: Godboy - Como Publicar seu e-Book - por J.R.Daher


Sábado, às 15:45 na Biblioteca Municipal de Campinas haverá um Bate-Papo comigo, sobre como finalizar e publicar seu e-Book no Kindle.

E já aviso que o público do evento receberá em primeira mão um anúncio sobre meu e-Book Godboy!

terça-feira, 30 de junho de 2015

VII Convenção de Ficção Científica - Convite Oficial


Chamada Oficial da minha participação:
Godboy: Publicando um e-Book
Bate-papo com o escritor José Raphael Daher
sobre o processo de escrever e publicar seu trabalho no Kindle.

Começando os Preparativos do Bate Papo agora!

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Bate-Papo: Godboy e e-Books na próxima Convenção Sci-Fi

Olá pessoal,

No próximo sábado, dia 4 de julho, eu estarei fazendo um bate-papo na próxima Convenção de Ficção- Científica, as 15:45...

Vou falar sobre a publicação do livro: Godboy - O Garoto Deus em formato virtual na KDP (Kindle Direct Publishing)

Vou dizer como foi o processo de revisão, formatação, brainstorms com os ilustradores, criação da conta na KDP e tirar as dúvidas dos aspirantes a escritores!

Logo terei mais informações sobre o evento,

Conto com sua participação!