domingo, 11 de setembro de 2016

XII Convenção de Ficção Científica - set/16 - Fotos

Boa tarde, queridos leitores!

Seguem algumas fotos do evento... Em breve disponibilizarei o vídeo do sensacional Bate-Papo sobe Asimov e "Eu, Robô".

Vários foram contemplados com exemplares de Gêmeos.Virtuais nos sorteios e outros fizera questão de adquirir seu exemplar. Foi uma tarde com vários autógrafos e ávidos leitores!

Acredito que foi a convenção com mais participantes que eu já estive! Agradeço a todos os integrantes da Base, Leo, Walmir e Adriana Ruiz, com quem dividi este espaço cultural... Obrigado também a todos o público!













terça-feira, 8 de março de 2016

O Buraco nas Bermudas - Publicando na ISSUU na XCFC da Base Estelar / Campinas

Olá, queridos leitores!

O evento foi uma maravilha... Dr. Who, Star Trek...

O Bate-Papo com Adriana Ruiz, foi incrível! Muito melhor do que eu imaginava.

Ela apresentou sobre "Vinte Mil Léguas Submarinas" e eu fiz alguns comentários, tudo foi filmado, e logo estará online.

Logo em seguida fiz minha breve apresentação sobre como foi a experiência de publicar na ISSUU.com, cujas impressões seguem no vídeo abaixo:


E depois de tudo, teve mais sorteios, e eu fui felicitado com estes magníficos prêmios abaixo!!

Adriana me entrega os prêmios:
Camiseta Novo Storm Tropper, HQ Star Wars e Exemplar de Perry Rodan

Mais uma vez agradeço a Adriana Ruiz, Walmir Martins, e todos os envolvidos na organização de mais prolífico evento Sci-Fi da Base Estelar. Parabéns!

sexta-feira, 4 de março de 2016

Mais um Evento Sci-Fi na Biblio Central, Campinas!

Fala minha gente!


No próximo evento que farei parte, terei uma breve participação, comentando a apresentação da minha amiga, Adriana Ruiz, sobre a magnífica obra 20.000 Léguas Submarinas e apresentando um pouco sobre meu último conto, "O Buraco nas Bermudas" e como é publicar na ISSUU.com.

Participem!

20000_leguas_07.jpg

Links:

http://www.campinas.com.br/eventos/2016/03/biblioteca-sedia-a-10a-convencao-de-ficcao-cientifica-do-grupo-base-estelar-campinas

http://lalaruiz.com.br/2016/03/fas-de-ficcao-cientifica-realizam-convencao-em-biblioteca-de-campinas/

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

7 Ameaças Fantasmas sobre o Despertar da Força - Possível SPOILER - ATUALIZADO


(Partes Adicionadas entre Parênteses e em Negrito)



Queridos Leitores...

Star Wars ep. VII parece já estar rodando por aí, por vias oficiais e clandestinas...

Mas eu, como fã de (quase) carteirinha, vou esperar arduamente até sexta-feira.
(Já é domingo, e chegou a hora de atualizar este post...)

Mas gostaria de deixar minhas expectativas e medos quanto ao filme.

ALERTA: Eu ainda não vi o filme (agora já vi), mas como eu vou dar minhas impressões, pode ser q elas se confirmem (algumas se confirmaram)... Não quero ninguém me acusando de spoiler.

1. OS MEDOS:

Estou tendendo a acreditar que mesmo o filme sendo bom, não vou gostar. Por vários motivos:
     a. Vão fazer um esforço tão grande para agradar os fãs que vai ficar forçado. (Confere, isso realmente aconteceu em algumas partes. Não diria que ficou forçado, mas não precisava de tanto fan service)
     b. Vão apresentar uma série de personagens (e narrativa/enredo) com os quais não vamos conseguir nos identificar. (Não confere de todo, os personagens são atraentes, e consegui me identificar tanto com Finn como com Kylo)
     c. Não consigo ver uma outra história Star Wars para ser contada, que o universo expandido já não tenha feito igual ou melhor. (Não confere. Conheço poucas história do U.E. para comparar, mas acho que esta nova "linha temporal" tem seu charme, uma boa nova história a ser contada)
     d. Tenho medo que o filme se torne um Star Wars genérico, que funcionaria como HQ, como série animada... Mas não como filme. (Não confere de todo... É difícil ainda lidar com a ideia de que fui até o cinema e vi atores clássicos de Star Wars em um enredo original depois de uma espera de 25 anos)
     e. Que se torne uma caricatura muito séria de um Star Wars. Que vomite para nós o que nós, os fãs, buscamos compreender nas entrelinhas, na mitologia da série. (Confere. Alguns momentos são extremamente caricatos. O filme é um "Frankenstein" de Star Wars. Recortes de todos os outros filmes da trilogia 4-5-6 unidos para fazer um filme novo, com um enredo que é quase um remake do ep.IV)
     f. Que afunde na sombra de Mad Max Fury Road assim como ep. 1 afundou na sombra de Matrix. (Confere. Mad Max é muito mais filme, e tem mais gente falando sobre isso. Leiam: Post de Roberto Sadovski)

2. O VILÃO:

Antes mesmo do boato sobre Kylo, eu pensei. Lógico, ele é Luke... Só pode, quem mais teria vínculos com Vader a ponto de tentar terminar seu trabalho? Mas fico muito mais contente se não for ele, ou se os motivos forem muito bem engendrados. (Prefiro não dizer nada sobre, assista e verá)

3. O ENREDO:

     a. O tema do enredo: Só vejo uma maneira de gostar desta nova história: se ela dialogar com o fã adulto de Star Wars. Desculpem-me os fãs mais jovens, mas se este filme não tiver um roteiro que tenha amadurecido comigo, não vou conseguir gostar... Por melhor que seja. E tem que passar no teste do tempo. O Império Contra Ataca e uma parte de "Jedi" amadureceram comigo. Coisas que me tocavam quando eu era criança que ainda me assombram e coisas que nunca dei importância e hoje me fazem chorar, como a morte de Yoda. (Não confere de todo. O Filme tem um misto de coisas para os antigos e para os jovens fãs. Acho que foi o melhor approach comercial)
     b. O enredo em si. Eu acredito que Kylo/Luke viu o fim do império se transformar de uma era de ouro em um caos. Viu os governantes serem substituídos por outros corruptos e decidiu se virar contra os próprios rebeldes, seus filhos, legado etc., reunindo o pior pesadelo dos rebeldes... Os soldados imperiais em uma nova ordem.  (Prefiro não dizer nada sobre, assista e verá)

4. OS PERSONAGENS:

O que vai acontecer com cada um dos personagens durante a história não me interessa especular... Uns dizem que Chewe morre, por causa da cena de Leia chorando. Eu acho que pode ser qualquer outro motivo, mas poderia ser por descobrir que Kylo é Luke.  (Prefiro não dizer nada sobre, assista e verá)

5. UM HERÓI:

Acho que a única chance de eu me identificar com alguém é com o tal Finn. Um aparente representante da minha geração. Uma geração que foi criada para ser o futuro do país, do mundo, e hoje se vê perdida, de mãos atadas, querendo lutar exatamente contra tudo que um dia acreditava. (Confere)

6. A CÓPIA:

Este filme não pode ser uma cópia do ep. 4 assim como aconteceu com o ep. 1. Se isso acontecer, tem que ser muito bem feito, ou será um tiro no pé. (Confere. Foi bem feito... Não muito bem feito. Eu tiraria apenas um elemento - Starkiller, e o filme ficaria perfeito)

7. AS PIADAS:

Espero que não passem o filme inteiro fazendo piadas com "Han Shoot first" ou com os deslizes da trilogia 1-2-3. (Confere. Muitas piadinhas foram feitas, como a dos "parsecs". Mas acho que esta é a única que se destaca como auto-sátira, as outras são boas)

Enfim...

O que mais quero... É sentir no cinema que de certo modo este filme me levará de volta no tempo, me fazer esquecer todas as minhas expectativas e exigências, que me faça sentir como criança, pensar como criança, mas deixar impressões que o adulto em mim possa valorizar e analisar. Em suma, quero sentir que estou assistindo um Star Wars. (Quase confere... Ainda não consegui digerir o filme. Preciso ver novamente)

Agradeço a quem leu até aqui...

E que a Força esteja com vocês!

terça-feira, 20 de outubro de 2015

O Buraco nas Bermudas - Depois do Lançamento...

Bom dia, meus queridos leitores,

O conto já alcançou por volta de 50 leituras! Obrigado a todos pelo apoio!

Segue a versão incorporada para quem ainda não leu... Abraços, e boa leitura ;)


sábado, 10 de outubro de 2015

O Buraco nas Bermudas (Atualização 3)

Bom dia, meus queridos leitores!

A editoração do conto está quase pronta... Foi bem mais fácil do que eu imaginava. Agora faltam apenas alguns retoques finais.

Diferente do que fiz outras vezes, resolvi utilizar o editor de apresentações do Google, em vez de usar o editor de textos, como fiz para outras publicações que postei no ISSUU. Motivos:

1. Também pode ser baixado em PDF.
2. Tenho controle total dos módulos de texto, títulos e imagens que insiro no texto, podendo aumentar, diminuir, sobrepor como bem entender, o que não é possível no editor de textos.
3. Determinado o que vai em cada página, as alterações feitas não interferem nas páginas seguintes, pois são independentes. Diferente de editores de texto, que qualquer alteração de parágrafo começa a jogar textos para a página seguinte ou locais indesejados.
4. Posso adicionar imagens de fundo em páginas de texto (ainda não sei se utilizarei este recurso).
5. Mais importante: não existe margens pré-definidas, assim, eu pude aumentar a imagem da capa de modo a ocupar todo canvas (área da página), o que não é possível no editor de textos (confiram em outras edições minhas no ISSUU, que eu não sabia disso, então a capa fica um pouco reduzida, deixando margens brancas).

Então, na reta final para o lançamento... Espero que estejam ansiosos para conhecer meu trabalho. É um texto curto, mas acredito que vai despertar curiosidade e interesse pela ciência envolvida!

Um grande abraço a todos! Bom fim de semana, bom feriado! Feliz Dia das Crianças, Feliz Dia dos Professores e tudo mais!

ps - também fiz uma leve alteração na capa, não sei se conseguem notar, mas o mar está menos azulado, contando com o reflexo do céu, para dar um maior realismo.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

REVIEW - Mushi-Shi VS Arquivo-X

Boa tarde, queridos leitores!

Talvez vocês estejam se perguntando o motivo desse VERSUS aparentemente esdrúxulo. Bom, para mim o motivo reside simplesmente no fato de que o clima das duas séries é semelhante.

Os Arquivos-X me cativaram logo de início, nos anos noventa, com episódios não apenas bem escritos, às vezes independentes, mas mesmo assim seguindo uma trama de fundo que os ia ligando pouco a pouco.

Já Mushi-Shi, recente série de animação japonesa, me chamou atenção nos comerciais do CrunchyRoll, pela beleza das imagens e seres sobrenaturais.

Mas agora, vamos nos concentrar mais em cada uma das séries...

X-Files


O que dizer sobre um dos maiores fenômenos televisivos da história? Ao lado do interminado Twin Peaks e de outros mais recentes, os Arquivos-X serão lembrados para sempre, entre fãs da série e entusiastas ufólogos.

Afora o mote principal, que é o sumiço (ou abdução) da irmã do protagonista durante a infância, o foco marcante de Arquivos-X é a dualidade entre Mulder e Scully; enquanto o primeiro é completamente crente na existência de fenômenos sobrenaturais e, principalmente, de extraterrestres, a segunda é completamente cética e, por uma ironia roteirizada, ela nunca está presente nos momentos em que fica evidente a existência de algo mais, ainda não explicado pela ciência tradicional, formal.

A história entre eles é um romance velado. É nítida a química entre os dois, mas é muito bem desenvolvida para que não se torne piegas (demais, às vezes). Isso em conjunto com as conspirações do próprio FBI para boicotar as pesquisas de Mulder, enriquece a série de modo que você tem diversos temas e personagens para se identificar.

Mulder é o "sabe-tudo", e sempre atribui os acontecimentos misteriosos (que normalmente vemos no início do episódio, antes mesmo da abertura) à extraterrestres. Scully sempre nega estas hipóteses e o episódio sempre segue essa linha, com acontecimento cada vez mais estranhos, e algumas pistas que finalmente levam à solução parcial (e raras vezes total) do mistério.

Mushi-Shi


Ginko, o "herói" da série, é um Mushi-Shi, ou seja, uma pessoa que tem capacidade de ver e lidar com estes seres elementais da natureza chamados Mushi. Ele viaja pelo japão da época feudal, passando de vilarejo em vilarejo, catalogando espécies de Mushi, desenhando-os, anotando seus hábitos, desvendando mistérios e curando as pessoas com remédios e métodos completamente não ortodoxos.

Ele tem muito conhecimento deste mundo paralelo, que a grande maioria das pessoas não pode ver, mas pode ser afetada por seus habitantes esquisitos, causando enfermidades, depressão, ou lhes conferindo poderes sobrenaturais, mas sempre acompanhados de um tipo de "maldição", que certamente levará a morte de si mesmo, ou de outrem.

A característica mais marcante da série é o clima calmo, mesmo quando se narra eventos quase hediondos, a trilha sonora de fundo com instrumentos tradicionais do japão e o andamento vagaroso, bem como são os filmes japoneses de outrora.

A série me conquistou rapidamente, dado meu interesse em coisas sobrenaturais, mas não é difícil para qualquer um se apaixonar pela série, sendo ela tão bem feita, ficando entre o cult e o pop japonês, agradando sem se vulgarizar.

COMPARAÇÃO FINAL

- X-Files tem um mote traumático revelado logo de início, Mushi-Shi deixa isso mais nebuloso e narra aos poucos.
- X-Files tem uma antagonista, Scully e um romance, Mushi-Shi se concentra apenas em Ginko.
- X-Files tem conspirações e histórias de fundo, enquanto Mushi-Shi se concentra nos desafios de cada episódio.
- Mushi-Shi tem episódios mais curtos, e a ausência de antagonista e de conspirações permite desenvolver melhor a narrativa dos episódios individuais e se focar mais nas emoções do ser humano do que na ação e no mistério propriamente dito.
- Ambas são séries envoltas em mistérios criativos e originais, que mexem com nosso imaginário.
- Mushi-Shi busca (quase) todas as explicações de males e doenças em seres de outro plano de existência, os Mushi, enquanto X-Files tenta explicar (quase) tudo com a existência de extraterrestres.
- Ambas as séries vão prender sua atenção e fazer você assistir episódio atrás de episódio, mas Mushi-Shi faz isso sem que você se preocupe com um mega-enredo que liga todos (ou muitos) acontecimentos dos episódios, enquanto Arquivos-X faz muito do oposto, prende você mais com a trama de fundo e com o romance, do que com os mistérios individuais, a medida que se avançam as temporadas.